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cassi.aiShelf-Lab
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Prova de conversão na gôndola com as câmeras da loja

Quem passou, parou, tocou e levou. Na gôndola, com as câmeras que a loja já tem.

O sell-out diz o que vendeu. O Shelf-Lab lê o CFTV que a loja já tem e conta, gôndola por gôndola, quem passou, quem parou por 2 segundos ou mais, quem tocou e quem levou o produto. A cabeça de cada pessoa sai desfocada da origem, cada número abre o clipe anonimizado que o sustenta, e o efeito de uma ponta de gôndola ou de um planograma novo é medido contra lojas controle.

Dados ilustrativos. As cenas avançam sozinhas.

O trabalho

Toda ação de gôndola é negociada. Quase todas ainda são provadas só com o sell-out.

O varejo vende espaço de gôndola e mídia na loja para a indústria, e a indústria paga ponta de gôndola, ponto extra e ativação. O que acontece na frente da prateleira, entre a chegada do shopper e a venda, quase nunca entra nessa conversa.

Tema

Execução na loja e decisões de gôndola

Ponta de gôndola, mudança de planograma, nova posição na prateleira, ativação na loja. Trade marketing, gerenciamento por categoria e retail media precisam saber o que cada uma mudou na frente da gôndola, porque o espaço e a verba cooperada são precificados com base nisso.

Como é hoje

Sell-out, auditoria de loja e uma pessoa com prancheta

O sell-out mostra o que saiu da loja. A auditoria e o cliente oculto conferem se a ponta foi montada. Quando alguém pergunta o que o shopper fez de fato, a equipe ainda manda um observador por algumas horas ou encomenda um estudo de eye tracking com amostra pequena e recrutada.

A dor

Ninguém sabe quantos pararam e quantos devolveram o produto

O shopper que parou, pegou a embalagem, leu o preço e devolveu não deixa rastro no sell-out. Sem loja controle, um aumento que veio da sazonalidade ou de uma promoção da rede inteira vira mérito da ponta de gôndola, e o próximo espaço é precificado com esse número.

Onde a Cassi.ai entra

A câmera do teto vira o contador da gôndola

O Shelf-Lab lê o CFTV que já está instalado, desfoca a cabeça de cada pessoa na origem e conta passou, parou, tocou e levou em cada gôndola. Cada número abre o seu clipe anonimizado e traz intervalo de confiança de 95%, e o efeito de uma ação é medido contra lojas controle.

O sell-out conta o que saiu da prateleira. Ele não diz nada sobre o shopper que parou, pegou, leu o preço e devolveu.

O que responde

Perguntas de gôndola, respondidas com a câmera e a estatística.

Cada tela do app existe porque trade, categoria ou retail media fazem esta pergunta antes de renovar um espaço ou mudar um planograma.

"Quantas pessoas que passam por esta gôndola param de fato?"

Passou e parouparada = 2 s ou mais

Conta como passagem quando os pés da pessoa ficam 0,5 s na zona em frente à gôndola. Conta como parada quando ela desacelera abaixo do ritmo de caminhada por 2 s ou mais. A taxa de parada é uma dividida pela outra, por gôndola, por loja e por hora.

"De quem parou, quantos tocaram e quantos levaram?"

Tocou e levousó com evidência

Toque é o punho, localizado pela estimativa de pose, dentro da área da prateleira por pelo menos 0,3 s. Levou só aparece com evidência: a prateleira muda e continua mudada, ou a pessoa examina o produto na mão logo depois. No piloto, o cupom do PDV fecha a conta.

"A ponta de gôndola funcionou ou foi a sazonalidade?"

Comparar períodosdiferença em diferenças

As lojas teste são comparadas com lojas controle nos mesmos dois períodos. O efeito é a variação nas lojas teste menos a variação nas lojas controle, em pontos percentuais, com intervalo de 95%. Quando o intervalo cruza o zero, o relatório diz inconclusivo.

"A nova posição tirou venda das vizinhas?"

Efeito por produtocanibalização

A mesma comparação roda produto a produto, e a perda das marcas vizinhas aparece como efeito negativo. Na versão atual, o toque é atribuído à zona da prateleira. A atribuição ao produto exato, com o planograma da loja e a foto de referência, entra no piloto.

"Onde as pessoas ficam e para onde vão as mãos?"

Mapas de calorpés, mãos, atenção estimada

Três mapas sobre o quadro da câmera: onde as pessoas ficaram, pelos pés; onde as mãos tocaram a gôndola, pelos punhos; e para onde a cabeça apontou, uma atenção aproximada que nunca é chamada de eye tracking. Por altura de prateleira, a parcela das paradas mostra o que o nível dos olhos rende.

"Quais frentes estão vazias agora?"

Vazios e reposiçãoestado da gôndola

Nos quadros sem ninguém na frente, a gôndola é dividida em células e avaliada por textura e bordas. Um vazio que dura 3 s ou mais é marcado, com alerta de reposição quando surge logo depois de uma retirada. Saber se era a última unidade exige o sistema de estoque da loja.

Método

Seis passos, da câmera no teto ao relatório.

O motor de visão é real e roda com modelos open source de licença compatível com produto fechado. O desenho do estudo vem da proposta de piloto: lojas teste, lojas controle, um período base e um período com a ação.

  1. 01

    Visita às câmeras e zonas

    A equipe confere quais câmeras instaladas enquadram a gôndola, lendo o fluxo RTSP ou o export do NVR. As zonas são desenhadas sobre um quadro de referência: o corredor, a área em frente à gôndola e a própria prateleira.

    Quando uma câmera não enquadra a gôndola, uma câmera extra por gôndola resolve, e isso é dito antes do piloto.

  2. 02

    Detecção e rastreamento

    Um detector de pessoas open source, o RF-DETR, roda em cada quadro analisado. O ByteTrack dá a cada pessoa um número temporário, que expira com a visita.

    Sem reconhecimento facial. A mesma pessoa nunca é seguida entre dias ou entre lojas.

  3. 03

    Pose e anonimização

    O RTMPose localiza punhos, ombros e pontos da cabeça. A cabeça recebe um desfoque irreversível antes de qualquer clipe sair da loja, e um segundo detector de rostos confere cada quadro de saída como rede de segurança.

    O áudio é removido de todo vídeo de saída.

  4. 04

    Eventos quadro a quadro

    Passou, parou, tocou e examinou saem dos pés, da velocidade de caminhada e dos punhos em relação às zonas. Levou é decidido comparando a prateleira antes e depois do toque, em quadros sem ninguém na frente.

    Cada evento aponta para o segundo de vídeo anonimizado que o comprova.

  5. 05

    Lojas teste e lojas controle

    O desenho do piloto tem 8 semanas: preparação, 2 semanas de base, 4 semanas com a ação nas lojas teste e 1 semana de leitura. As lojas controle passam pelos mesmos períodos sem a ação.

    Toda taxa traz intervalo de confiança de 95%.

  6. 06

    Relatório

    Funil, efeito contra o controle, efeito por produto, conclusões e recomendação, gerados a partir dos mesmos números das telas e exportados em PDF.

    Meta do piloto: relatório entregue em até 72 horas após o fim da medição.

O que está por trás

O que foi medido e as regras que os números seguem.

O primeiro número vem do motor de visão rodando sobre 5 vídeos reais de CFTV. Os outros descrevem como o produto conta e como o piloto é desenhado. Nenhum deles é promessa sobre o seu resultado.

83 a 100%de concordância entre o detector e a contagem humana de pessoas, em 10 quadros de cada um de 5 vídeos reais de CFTV
2 sparado diante da gôndola antes de a parada ser contada
95%de confiança no intervalo de cada taxa, do funil ao efeito contra as lojas controle
4 + 2lojas teste e lojas controle no desenho do piloto de 8 semanas

O que ele nunca faz

  • Nunca reconhece rosto nem identifica uma pessoa.
  • Nunca estima idade, gênero, emoção ou etnia.
  • Nunca segue a mesma pessoa entre dias ou entre lojas.
  • Nunca cruza imagem com CPF, cartão fidelidade ou meio de pagamento, e nunca entrega vídeo bruto à indústria.
  • Nunca chama atenção estimada de eye tracking, e nunca dá um produto como levado sem evidência.

Para quem é

  • Times de trade marketing
  • Gerenciamento por categoria no varejo
  • Times de retail media
  • Times de shopper e insights da indústria
  • Institutos que fazem estudo em loja

Para decisões de gôndola negociadas com número, em que o número na mesa hoje ainda é só o sell-out.

Perguntas

Perguntas e respostas

O que é o Shelf-Lab?

O Shelf-Lab é um produto da Cassi.ai que mede o comportamento do shopper diante da gôndola com as câmeras de segurança que a loja já tem. Ele conta quem passou, parou, tocou e levou cada produto, desfoca a cabeça de cada pessoa na origem e dá a cada número o seu clipe anonimizado e um intervalo de confiança. A Cassi.ai é uma empresa de engenharia de software especializada em automação, e os seus produtos nascem de pedidos de clientes.

Qual a diferença para o Shopper Insight Lab?

O Shopper Insight Lab coloca participantes recrutados numa gôndola virtual, online, com carrinho, verba e missões, e observa a compra antes de qualquer mudança na loja. O Shelf-Lab mede shoppers reais na gôndola real, pelas câmeras que já estão instaladas, e lê o efeito de uma ação que já está na loja.

Funciona com as câmeras que a loja já tem?

O motor lê fluxo RTSP e exports do NVR da loja. Uma visita técnica confirma se as câmeras enquadram a gôndola. Quando uma não enquadra, uma câmera extra por gôndola resolve. No piloto, o processamento pode rodar numa máquina local na loja ou em nuvem no Brasil.

Como fica a privacidade?

A cabeça é desfocada antes de qualquer clipe sair da loja, cada pessoa vira um número temporário que expira com a visita, e o áudio é removido. Na proposta, o vídeo bruto fica no máximo 7 dias e os clipes anonimizados até 90 dias. A rede é a controladora dos dados, a Cassi.ai é a operadora e a indústria recebe só números agregados. A base legal proposta na LGPD é o legítimo interesse, com relatório de impacto feito junto com o DPO da rede.

Qual a precisão?

Em 5 vídeos públicos de CFTV, um revisor contou as pessoas à mão em 10 quadros por vídeo e comparou com o detector: a concordância ficou entre 83,3% e 100%. O motor perde pessoas pequenas atrás das gôndolas e pessoas cortadas na borda do quadro. No piloto, a precisão é medida de novo contra conferência humana e publicada no relatório, com critério de sucesso acima de 90% em passantes e paradas.

Ele sabe se o shopper levou o produto?

Quando há evidência, sim: a prateleira muda e continua mudada, ou a pessoa examina o produto na mão logo depois de tocar a gôndola. Tirar um pacote de uma pilha de pacotes iguais não muda a imagem, e esse caso aparece como toque sem mudança visível. No piloto, o cruzamento com o cupom do PDV fecha a conta de quem levou.

Por que não usar o mapa de calor que a câmera já tem?

O mapa de calor da câmera mostra por onde as pessoas circulam. O Shelf-Lab mostra quem parou, quem tocou e quem levou, por zona de gôndola, e mede o efeito de uma ação contra lojas controle, com intervalo de confiança em cada taxa. O mapa de atenção dele é uma estimativa pela direção da cabeça e nunca é apresentado como eye tracking.

O que na demonstração é real e o que é simulado?

O motor de visão é real: detecção, rastreamento, pose, anonimização e eventos calculados sobre 5 vídeos públicos de CFTV, com conferência humana e limitações declaradas. As telas de estudo de gôndola, comparação de períodos e relatório usam simulação determinística com marcas e lojas fictícias, sinalizada em cada tela. Privacidade e piloto são proposta. A animação desta página é ilustrativa.

Traga a ação de gôndola que você precisa provar.

Conte a categoria, a ação e as lojas: ponta de gôndola, nova posição, ativação na loja. Conferimos se as suas câmeras enquadram a gôndola e mostramos como o estudo rodaria, com lojas teste e lojas controle.

Vai direto para a equipe da Cassi.ai e não entra em nenhuma lista de envio.